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Nova oposição surge em Pernambuco para 2018

Representantes de partidos que apóiam Raquel Lyra em Caruaru podem constituir um bloco de oposição para 2018

Coluna Fogo Cruzado / Inaldo Sampaio

Reuniram-se em Caruaru quinta-feira à noite, no encerramento da campanha de Raquel Lyra à prefeitura, representantes de cinco partidos que têm tudo para construir uma “nova oposição” em Pernambuco a partir dessas eleições. Foram dar apoio à candidata o senador Armando Monteiro (PTB), o ministro Bruno Araújo (PSDB), o prefeito José Queiroz (PDT), o deputado Sílvio Costa (PTdoB) e a deputada Priscila Krause (DEM). Esta aliança ainda é conjuntural. Mas pode evoluir para algo mais sólido em 2018, sem a participação do PT, para tentar impedir a reeleição do governador Paulo Câmara. Sem o PT nesse arco de forças, estará facilitado o entendimento entre o PSDB, o PTB e os outros partidos que estão no palanque de Raquel para disputar o Governo do Estado e as duas vagas do Senado. A chapa poderia ter o ministro Bruno Araújo na cabeça, já que o interesse do senador Armando Monteiro seria concorrer à reeleição.

Bloco político em gestação

Independente de Raquel Lyra (PSDB) tornar-se ou não prefeita de Caruaru, a oposição ao governo Paulo Câmara ganhará musculatura depois dessas eleições. O bloco, que está nascendo forte, reuniria, além de Bruno Araújo (PSDB) e Armando Monteiro (PTB), o ministro Mendonça Filho (DEM) e os deputados federais Wolney Queiroz (PDT), Betinho Gomes (PSDB) e Daniel Coelho (PSDB).

Espaço – Todos esses políticos teriam chegado à conclusão de que não há espaço para todos na Frente Popular. E que “quem sabe faz a hora não espera acontecer”, como diz a canção de Geraldo Vandré. A chapa majoritária desse time teria Bruno Araújo, Mendonça, Armando, José Queiroz ou Elias Gomes.

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