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Economistas brasileiros e estrangeiros lançam manifesto pró-Haddad



[caption id="attachment_9392" align="alignleft" width="300"] Com o segundo turno das eleições presidenciais no Brasil, em 28 de outubro, a declaração foi vista como um contraponto à onda de entusiasmo dos investidores que saudou a candidatura de Jair Bolsonaro.[/caption]

AFP - Mais de 350 economistas, entre eles o vencedor do prêmio Nobel George Akerlof, publicaram nesta sexta-feira (19) um manifesto de endosso ao candidato à Presidência da República Fernando Haddad (PT), alertando para os riscos que a eleição de Jair Bolsonaro (PSL) representam à democracia.


Os signatários do Manifesto dos Economistas pela Democracia Brasileira afirmam que existem divergências entre eles e que muitos são "críticos contundentes" dos governos do Partido dos Trabalhadores.




Mas, no segundo turno das eleições, em 28 de outubro, as divergências foram colocadas em segundo plano, porque "o que está em jogo agora, contudo, é o regime democrático brasileiro e as instituições do Estado de direito", afirmam.


A carta destoa do forte respaldo obtido por Bolsonaro entre investidores do mercado financeiro, atraídos pelas propostas de seu assessor econômico, Paulo Guedes.


Apontado como possível ministro da Fazenda em um eventual governo do PSL, Guedes é um liberal favorável a uma política de privatização para reduzir a dívida pública, a fim de estimular a economia.


Entre os signatários da declaração, publicada pelo jornal Folha de S.Paulo, há 200 economistas brasileiros e 160 de 15 países da Europa e da América Latina, além de Estados Unidos, Índia e África do Sul. Muitos são acadêmicos, pesquisadores ou ex-consultores de organismos internacionais, como o Banco Mundial.


Entre os nomes mais proeminentes estão o do americano Akerlof, Nobel de Economia em 2001, e do britânico John Williamson, que cunhou o termo "Consenso de Washington" para o receituário liberal para superar a crise dos países em desenvolvimento no fim dos anos 80. Também assinou o ex-ministro grego de Finanças Yanis Varoufakis.


Consideramos que a democracia, a busca pela paz, as liberdades individuais, a pluralidade de opiniões, o combate ao preconceito e o enfrentamento das desigualdades (de renda, de riqueza, regionais, raciais e de gênero) são valores inegociáveis e essenciais", afirma o manifesto


"Fernando Haddad é, neste segundo turno, a melhor alternativa para garantir tais valores", acrescenta.


"Abaixo-assinamos este manifesto em apoio à sua candidatura, em prol da estabilidade política e econômica, do desenvolvimento ambientalmente sustentável, da inclusão social e do combate à corrupção", explicam.


Segundo a última pesquisa de intenção de voto Datafolha, divulgada nesta quinta-feira, Bolsonaro em 59% dos votos válidos, contra 41% de Haddad.

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