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Conselho Federal de Medicina diz a Bolsonaro que não há evidência de benefício da cloroquina


Foto: Reprodução


O presidente do Conselho Federal de Medicina (CFM), Mauro Luiz Britto Ribeiro, entregou hoje ao presidente Jair Bolsonaro um parecer em que afirma não haver evidências da eficácia do uso da hidroxicloroquina no tratamento da covid-19.

No entanto, o presidente do Conselho Federal de Medicina afirmou que os médicos estão autorizados a prescrever a cloroquina para pacientes em determinadas situações.

“O posicionamento é de que não existe nenhuma evidência científica forte que sustente o uso da hidroxicloroquina para o tratamento da Covid. No entanto, existem estudos observacionais, que têm pouco valor científico, mas são importantes, e baseado nisso o Conselho Federal de Medicina liberou o uso da hidroxicloroquina pelos médicos brasileiros em três situações”, disse Mauro Britto Ribeiro.


TRÊS SITUAÇÕES

As três ocasiões de permissão para prescrição são:

• no início dos sintomas da covid-19;

• quando o paciente dá entrada no hospital;

• quando está em estado crítico.

O uso preventivo da hidroxicloroquina não está autorizado pelo Conselho Federal de Medicina.

Segundo Mauro Ribeiro, trata-se de uma autorização, mas não uma recomendação.

“O Conselho Federal de Medicina não recomenda o uso da hidroxicloroquina. O que nós estamos fazendo é dando ao médico brasileiro o direito de, junto com o paciente, em decisão compartilhada com o paciente, utilizar essa droga. Uma autorização. Mas não é recomendação, isso é muito importante ficar bem claro”, afirmou o presidente do CFM.

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