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Ricardo Brennand morre de Covid-19 aos 93 anos, no Recife

Ricardo Brennand morreu no Recife aos 93 anos — Foto: Reprodução/TV Globo



Empresário, engenheiro, incentivador das artes e colecionador pernambucano testou positivo para o novo coronavírus e morreu no Real Hospital Português, onde estava internado na UTI.

O empresário e engenheiro pernambucano Ricardo Brennand morreu aos 93 anos na madrugada deste sábado (25) no Recife. Ele testou positivo para a Covid-19, doença causada pelo novo coronavírus, e estava internado há uma semana na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Real Hospital Português, no bairro do Paissandu, na área central da cidade.

Colecionador e incentivador das artes, Ricardo Brennand deixou esposa e oito filhos, além de 23 netos, 48 bisnetos e uma tataraneta. O horário e o local do enterro não foram divulgados pela família.

Ele era primo do ceramista e artista plástico Francisco Brennand, que morreu aos 92 anos, no Recife, no mesmo hospital, no dia 19 de dezembro de 2019, devido a uma infecção respiratória.

Perfil

Nascido no município do Cabo de Santo Agostinho, no Grande Recife, Ricardo Brennand criou grandes indústrias: de aço, cimento, vidro e açúcar. Ele criou um instituto cultural reconhecido mundialmente nas terras do antigo Engenho São João, no bairro da Várzea, na Zona Oeste do Recife.

Em uma área de 180 mil metros quadrados recortados por jardins, lagos, obras de arte e um castelo medieval, o complexo cultural reúne um acervo da história e da arte que fica de legado para as futuras gerações. A inauguração, ocorrida há 18 anos, contou com a presença do príncipe herdeiro da Dinamarca, Frederick Terceiro.

O castelo também recebeu a visita da Rainha Beatrix, da Holanda, acompanhada do filho William Alexander e da noiva máxima, que se tornariam rei e rainha dos Países Baixos. Na ocasião, foi inaugurada a maior coleção particular de quadros de Frans Post no mundo, composta de 15 pinturas. O pintor, da comitiva de Maurício de Nassau, transferiu para as telas as primeiras paisagens do Brasil do Século XVII. O instituto reúne o maior acervo do período da ocupação holandesa no país.

Ricardo Brennand também era conhecido por ser um colecionador obstinado. O castelo foi construído pra abrigar a coleção de mais de 5 mil armas brancas de todos os continentes. Entre elas, estão espadas, armaduras, miniaturas, canhões, chaves, relógios e armas modernas automáticas. Para a esposa, ele construiu a Igreja de Nossa Senhora das Graças em estilo gótico.

Fonte: G1

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